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Workshop (WK_B1)
Dia 11 de Julho de 2016, 16h30

 

Introdução à tecnologia TI-Nspire - CX
Fernanda Neri - Professora de Física e Química na Escola Secundária de Amares e Jorge Santos - Professor de Matemática do Ensino Básico e Secundário


Sala C 202

Nas disciplinas de Matemática e de Física e de Química a calculadora gráfica é uma ferramenta de uso recorrente para a resolução de problemas por via analítica. A tecnologia TI–Nspire-CX permite ao professor criar cenários de aprendizagem dinâmicos e partilhados, tornando-se facilitadora da compreensão dos conteúdos.

Esta tecnologia, através das diferentes representações de um problema proporciona aprendizagens significativas.

As aplicações: Calculadora, Listas e Folha de Cálculo, Dados e Estatística, Gráficos e Geometria, Notas, Vernier DataQuest e Questões permitem a elaboração documentos completos de atividades pedagógicas estruturadas.

Neste Workshop serão exploradas as funcionalidades básicas desta tecnologia.

Lotação esgotada.


Geometria Intuitiva e Interativa
Margarida Oliveira - Professora no Agrupamento de Escolas D. Filipa de Lencastre; Professora Auxiliar Convidada do DM/FCUL e Suzana Nápoles - Professora Auxiliar no DM/FCUL


Sala C 218

Este workshop tem como objetivo exemplificar como, usando o software livre de matemática dinâmica "Geogebra", se podem estudar conceitos geométricos elementares do Ensino Básico, recorrendo a uma abordagem intuitiva e interativa.
Serão trabalhadas algumas aplicações dinâmicas destinadas a estudar áreas de figuras planas e volumes de prismas.
É dirigido a professores do 2º e 3º ciclos do Ensino Básico.

Será desejável que os participantes tenham o Geogebra instalado nos respetivos computadores.

Lotação esgotada.


"Truques" matemáticos e métodos numéricos no ensino secundário
Raul Aparício Gonçalves - Professor na Escola Secundária de Ermesinde


Sala G 202

Neste workshop pretende-se partir de desafios, alguns com uma certa "magia", para desenvolver algum trabalho em torno de alguns métodos numéricos de resolução de equações e reflexão sobre a sua viabilidade no trabalho com alunos do ensino secundário.

Serão utilizadas calculadoras gráficas com a tecnologia TI-Nspire, as quais serão disponibilizadas durante o workshop. Haverá um momento formativo com esta tecnologia para que todos a possam utilizar com facilidade nas funcionalidades necessárias.

Lotação esgotada.


Centurium - Torneio de Jogos Romanos de Tabuleiro. Jogos milenares que, hoje, fazem os alunos agir.
Paulo Morais - Professor de Matemática na Escola Secundária Rodrigues de Freitas


Sala H 209

O Centurium é um projeto educativo que tem por elementos base jogos milenares, promovidos pela Diáspora do Império romano - Moinho, Soldado, Tábula e Seega. Utiliza como porta de entrada a disciplina de Matemática e como agente introdutórios os professores de Matemática. Contagia e envolve as disciplinas e professores de diferentes áreas História, Português, Geografia, Educação Visual e Tecnológia, assim vinca a sua evidência cultural e identitária. Para alunos do 1º ao 12º ano de escolaridade, com implementação, também, com alunos NEE. Projeto que se efetiva nas Bibliotecas Escolares e tem como principais Centuriões os alunos, pois são estes que assumem a difusão, organização e implementação. São os alunos que o transportam para a comunidade, com forte evidência do envolvimento das famílias. Neste Workshop conhecemos o projeto, como se implementa entre pares, de alunos para alunos. Conhecemos e apreendemos os jogos que dão vida a todas as dinâmicas. Conhecemos os casos que inspiram toda a ação.

Ver mais em:
https://www.facebook.com/CenturiumTorneioJRT/

Centurium - plataforma de encontro pedagógico, cultural e social. Ferramenta proativa pela pedagogia do lúdico e do lazer, anima à participação.

Número máximo de 60 participantes.



Resolução de problemas e investigações na aula de matemática
Manuel Vara Pires - Professor no DM da ESE/IPB


Sala C 220

No contexto escolar, o desenvolvimento de um conhecimento matemático sólido é um processo longo, complexo e muito exigente, tanto para professores como para alunos. Para além de se suportar num conhecimento de factos e procedimentos matemáticos básicos, exige o desenvolvimento de uma compreensão da Matemática no sentido de entender o significado dos conceitos, compreender relações, justificar uma estratégia ou analisar um raciocínio.
Por isso, o trabalho realizado em sala de aula deve contribuir para uma melhor compreensão global da atividade matemática, ajudando os alunos a consolidar as suas aprendizagens. As tarefas de natureza mais exploratória, como os problemas ou as investigações, apelando a processos matemáticos complexos, podem proporcionar formas de trabalho que permitam aos alunos diversificar processos de resolução, procurar regularidades, estabelecer conexões, fazer e testar conjeturas, comunicar e justificar as suas ideias ou validar conclusões.
Neste workshop, partindo da resolução e exploração de problemas e investigações adequados aos primeiros anos de escolaridade (ensino básico), refletiremos sobre as implicações da integração de tarefas de natureza mais aberta e exploratória na aula de matemática, quer nas aprendizagens dos alunos, quer nas práticas de ensino dos professores.


Explorando funções polinomiais do 3º e 4º grau com a calculadora gráfica
Jaime Carvalho e Silva - Professor Associado no DM da FCTUC

O trabalho escolar com calculadoras gráficas deve começar com as funções polinomiais, por ser a classe de funções de tratamento mais simples, embora já com propriedades importantes. Contudo, problemas como o da procura de uma janela de visualização já se colocam com as funções polinomiais pelo que mais vale começar a encará-los com funções mais simples do que mais tarde quando aparecem funções descontínuas ou funções transcendentes. Serão realizadas algumas atividades concretas, viradas para o 10º ano de escolaridade. (serão usadas calculadoras gráficas CASIO).


Workshop em Probabilidades e Estatística
Carla Pinto - ISEP; CM/UP e Sónia Gouveia - CIDMA/UA; IEETA/UA


Sala C 219

Neste breve curso de formação abordaremos a análise descritiva de dados. De seguida faremos inferência estatística, usando intervalos de confiança, para a média de uma população normal ou de uma população não normal (e para uma amostra de tamanho grande). O curso terá uma forte componente de aplicação, usando-se o software R.

Os participantes deverão fazer-se acompanhar dos seus portáteis ou tablets.
Número máximo de 25 participantes.