Dentro da Célula



Detalhes

Categoria

Biologia 10º ano

Unidade

Várias

Tema

Célula

Tipo de recurso

PDF

Interatividade

Passivo

Submetido por

Gabinete Coordenador / National Institute of General Medical Sciences

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Descritivo

 Documento de excelente qualidade dedicado à Estrutura das Células, gentilmente cedido pela National Institute of General Medical Sciences numa versão PDF passivel de leitura direta.

 


Palavras-Chave

pdf, célula, estrutura das células

Observações

Esta versão portuguesa, foi traduzida e adaptada por uma equipa do Departamento de Biologia da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, descrita na ficha técnica do documento.
O ficheiro necessita do Acrobat Reader para ser lido e este, se não tiver, pode ser obtido a partir da nossa página de Utilidades.
Existe uma versão HTML interativa.


Notas

Agradecimento

Os nossos agradecimentos à equipa do NIGMS, na pessoa da Drª Jilliene Mitchel, que possibilitaram a disponibilização deste material no portal da Casa das Ciências.

Link para o recurso original

http://publications.nigms.nih.gov/insidethecell/insidethecell.pdf

Ficha técnica

Tradução por Maria Susana Jorge Pereira, Prof. Associada FCUP; Luís Gustavo de Carvalho Pereira, Prof. Auxiliar FCUP; Maria Fernanda Fidalgo Ferro de Beça, Prof. Auxiliar FCUP; Armando Jorge Gomes Teixeira, Prof. Auxiliar, FCUP; Fernando Manuel dos Santos Tavares, Prof. Auxiliar FCUP; Maria João Guimarães Fonseca, aluna de Doutoramento, Equipa Coordenada pelo Professor Doutor José Pissarra da Faculdadde de Ciências da U. P. Edição e Montagem de Ricardo Machado
Brevíssimo comentário ao DENTRO DA CELULA (INSIDE THE CELL) Se eu tivesse – e confesso que gostaria de ter – de usar este livrinho para estimular a curiosidade dos meus alunos talvez começasse por lhes lembrar as diferenças entre a célula “isolada” de um microrganismo unicelular (por exemplo uma bactéria) e a célula artificialmente “isolada” de um organismo com cerca de 80 triliões de células como é o Homem. As maiores diferenças não têm a ver com as funções vitais de toda e qualquer célula – tanto as bactérias como as células de um organismo multicelular nascem, diferenciam-se (mexendo-se mais ou menos) e morrem (geralmente por apoptose ou um mecanismo desse tipo) – mas sim com duas propriedades que são exclusivas dos seres multicelulares: a regeneração e a reprodução. São estas diferenças, assim como a existência, nos tais seres multicelulares como nós, de sistemas de associação especializados como os sistemas vasculares, imunitário, neuronal e endócrino que justificam o aparecimento de doenças como a arteriosclerose e o cancro (As bactérias não têm essas doenças…). Sempre que fosse possível saltaria assim – continuo a imaginar-me um docente utilizador do livro – do universo restrito da célula isolada, muitíssimo bem descrito nos cinco capítulos, para o universo da célula e da(s) sua(s) circunstância(s) como diria o Poeta. Isto é, procuraria discutir a relação das células entre si e com a matriz extracelular e do papel que estas interacções desempenham através da constituição dos tecidos e dos órgãos, tanto na saúde como na doença. Não é esta a altura adequada para qualquer desenvolvimento sistemático mas, a título de exemplo, penso que valerá a pena pensar em usar o excelente capítulo que trata da mitose e da meiose para discutir a regeneração tecidular e a reprodução. Regeneramos, nós os humanos, em menos de 2 anos, nos tecidos mais lábeis – medula óssea e mucosas do tubo digestivo, aparelho respiratório e aparelho urinários – o equivalente à nossa massa corporal. No que diz respeito à pele, um tecido também altamente regenerativo, produzimos, durante a vida, 60 a 70 kilos de queratina. Aproveitaria, por outro lado, a meiose para discutir a reprodução sexuada, geradora de uma muito maior biodiversidade do que a reprodução assexuada das bactérias. Ainda na linha das diferenças entre seres unicelulares e seres multicelulares talvez valha a pena salientar o facto do Homem, como muitos outros seres vivos multicelulares, ter em equilíbrio biológico e metabólico, sobretudo nas zonas de fronteira com o meio externo (pele e mucosas), um número imenso de microorganismos. Por exemplo, calcula-se que cada um de nós tenha no seu tubo digestivo entre 1000 a 1200 gramas de bactérias responsáveis por funções tão diversas como a colaboração na digestão ou a produção de metabolitos que absorvemos e usamos em nosso proveito. A ideia de que o Homem, para além de ser um organismo multicelular, é um “superorganismo quimérico” tem muita graça e poderá contribuir para que os alunos se interroguem acerca das células de que somos feitos e das células que connosco interagem. Porto, 12 de Outubro de 2009 Manuel Sobrinho Simões


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dentro_da_celula.pdf

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PDF

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