Título

Espécies exóticas e consequências da sua introdução

Partilhar

Descrição

A doença da murchidão dos pinheiros é um exemplo das ações do Homem enquanto vetor de propagação de organismos exóticos, com caráter invasor, entre continentes e quebrando assim a barreira que o isolamento geográfico constitui. Esta infografia, profusamente ilustrada num póster de grandes dimensões, informa sobre a doença no hospedeiro, o agente e o vetor, mas serve também como modelo explicativo para elucidar sobre um dos mecanismo de propagação de organismos exóticos, com elevada taxa de sucesso entre os organismos autóctones (coníferas). Detetada em Portugal, pela primeira vez em 1999, atualmente esta invasão constitui uma séria ameaça à fileira florestal (coníferas) já que, em menos de 25 anos, é a doença mais danosa dos pinhais. O agente patogénico é um nemátode (Bursaphelenchus xylophilus), originário da América do Norte,  chegou à Ásia e Europa através da importação de madeira infetada (apenas 10 gramas de madeira podem conter mais de 40.000 nemátodes). Estes pequeníssimos organismos são disseminados nos ecossistemas florestais, entre árvores infetadas e saudáveis, por meio de um vetor alado de elevado potencial risco fitossanitário — os insetos do género Monochamus. Espécies diferentes destes escaravelhos (coleópteros), existentes em praticamente todos os continentes, mantiveram a capacidade de servirem como hospedeiros e intermediários na transmissão desta doença. Em Portugal existe uma espécie que desempenhou esse papel de propagador de modo bastante eficaz — M. galloprovinciallis. [Editores Manuel Mora e Paulo Vieira (NemaLab/ICAAM, UÉvora) ]

Classificação

Bursaphelenchus xylophilus, Monochamus galloprovinciallis, Pinus pinaster

Localização

Data de Publicação

31 de Março de 2021

Data de Realização

2012-12-17

Nº de visualizações

456

Resolução

9449px X 6670px

Formato

.jpg

Tipo De Imagem

Ilustrações

Licença de utilização Creative Commons CC BY-NC-SA 4.0

Imagens Relacionadas